IA projeta nova configuração na Paraíba: ascensão de Efraim Filho ultrapassa Cícero e o torna o adversário mais perigoso de Lucas Ribeiro no 2º turno
Segunda rodada do modelo Monte Carlo da IA ADAM, validada com pesquisas Quaest e AtlasIntel de agosto/setembro, mantém Lucas Ribeiro como amplo favorito à reeleição — mas revela que a disputa pela vaga de vice-líder mudou de mãos desde a primeira simulação
Esta matéria foi produzida pela Redação fato.news com apoio da inteligência artificial ADAM, da HIMNI.COM, e passou por revisão editorial.
Redação FATO.news — Ferramenta: ADAM (IA HIMNI.COM LLC)
Atualização de dados: 8 de setembro de 2026
1. Conclusão executiva
A atualização do modelo estatístico da IA ADAM para a eleição ao governo da Paraíba confirma o cenário já indicado na primeira simulação (publicada em 24/08/2026): Lucas Ribeiro segue como favorito absoluto, agora reforçado pelo efeito de estar no exercício do cargo de governador desde abril. Mas o dado que muda a narrativa da corrida é outro — a pesquisa AtlasIntel, divulgada em 3 de setembro, mostra Efraim Filho ultrapassando Cícero Lucena e assumindo a segunda posição, com folga, pela primeira vez em toda a série histórica de pesquisas.
O modelo aponta três posições:
- Lucas Ribeiro — favorito isolado ao 1º turno e à reeleição, beneficiado pelo efeito de incumbência desde que assumiu o governo em abril.
- Efraim Filho — até a última rodada, terceira força estável; agora o adversário estatisticamente mais competitivo em um eventual 2º turno contra Lucas.
- Cícero Lucena — perde a condição de "principal opositor" que tinha na primeira matéria; segue competitivo, mas agora briga ponto a ponto com Efraim pela vaga de 2º turno.
Em resumo: a pergunta "quem enfrenta Lucas Ribeiro no 2º turno" deixou de ter uma resposta óbvia. A simulação indica que, embora Cícero ainda chegue à segunda fase com mais frequência nos cenários simulados (58,4% dos casos, contra 44,2% de Efraim), é Efraim quem tira mais votos de Lucas num confronto direto — o que faz sua probabilidade final de vitória superar a de Cícero, mesmo largando atrás na corrida pela vaga.
2. Base empírica
O modelo foi recalibrado com sete pesquisas de intenção de voto para governador da Paraíba, registradas entre maio e setembro de 2026:
| Instituto | Período | Lucas Ribeiro | Cícero Lucena | Efraim Filho |
|---|---|---|---|---|
| Real Time Big Data | mai/26 | 30,0% | 28,0% | 19,0% |
| Instituto Índice | jul/26 | 28,3% | 33,4% | 16,5% |
| TDL | jul/26 | 32,0% | 25,0% | 18,0% |
| DataTrends | jul-ago/26 | 34,0% | 27,0% | 17,0% |
| SETA/Polêmica Paraíba | ago/26 | 33,3% | 24,4% | 19,3% |
| Quaest | 21-24/ago/26 | 38,0% | 19,0% | 18,0% |
| AtlasIntel | 28/ago–2/set/26 | 42,4% | 19,8% | 30,9% |
Como no modelo original aplicado ao Tocantins, o ADAM não faz média simples das pesquisas: aplica peso maior aos levantamentos mais recentes e adiciona um componente para representar a divergência sistemática entre institutos — que, neste ciclo, é particularmente alta na aferição de Efraim Filho (variação de 16,5% a 30,9% entre pesquisas de julho e setembro).
Também foram incorporados ao modelo: dados de rejeição (Quaest e Veritá), aprovação do governo Lucas Ribeiro (Quaest), e métricas de redes sociais dos três principais candidatos.
3. Estimativa central ponderada
| Candidato | Centro do modelo | Dispersão entre institutos |
|---|---|---|
| Lucas Ribeiro | 36,1% | ±4,8 p.p. |
| Cícero Lucena | 23,4% | ±4,5 p.p. |
| Efraim Filho | 21,5% | ±5,8 p.p. |
| Outros/indecisos/branco/nulo | 19,0% | — |
A dispersão de Efraim é a maior das três — reflexo direto do salto registrado pela AtlasIntel, ainda não confirmado por nenhum outro instituto.
4. Metodologia Monte Carlo
O ADAM rodou 100.000 cenários eleitorais possíveis, variando simultaneamente:
- intenção de voto central de cada candidato;
- margem amostral de cada pesquisa (±3 p.p. em praticamente todos os institutos);
- divergência sistemática entre institutos (componente calculado a partir do desvio-padrão ponderado da série);
- volatilidade da campanha — neste ciclo, elevada a ~5 pontos (acima dos ~4 pontos usados no modelo do Tocantins), em razão da troca de titularidade no Palácio da Redenção e do salto atípico da AtlasIntel;
- eleitores indecisos, brancos e nulos;
- transferência de votos em cenário de 2º turno.
Data de corte dos dados: 8 de setembro de 2026.
5. Primeiro turno — resultados da simulação
Probabilidade de liderança no 1º turno:
- Lucas Ribeiro: 84,6%
- Cícero Lucena: 8,4%
- Efraim Filho: 6,9%
Probabilidade de chegar ao 2º turno (ficar entre os dois primeiros):
- Lucas Ribeiro: 97,3%
- Cícero Lucena: 58,4%
- Efraim Filho: 44,2%
Faixas eleitorais (80% das simulações, P10–P90):
| Candidato | Faixa |
|---|---|
| Lucas Ribeiro | 28,5% – 44,0% |
| Cícero Lucena | 15,7% – 30,8% |
| Efraim Filho | 12,6% – 29,6% |
Note-se que as faixas de Cícero e Efraim passam a se sobrepor quase inteiramente — o que não acontecia na primeira rodada do modelo, quando Efraim aparecia claramente atrás. A disputa pela vaga de 2º turno é, hoje, estatisticamente aberta.
Probabilidade de cada confronto no 2º turno:
- Lucas x Cícero: 55,8%
- Lucas x Efraim: 41,6%
- Cícero x Efraim: 2,7%
6. O fenômeno Efraim: a corrida pela vaga de 2º turno virou de figura
Este é o dado que justifica a atualização da matéria. Na simulação original (24/08), com base nas pesquisas de julho e início de agosto, Efraim Filho aparecia estabilizado na casa dos 16%-19%, atrás de Cícero Lucena (24%-33%) em praticamente todas as pesquisas — a única exceção relevante era o instituto Índice de julho, com números elevados para Cícero.
A pesquisa AtlasIntel, com campo de 28 de agosto a 2 de setembro — portanto posterior a todas as demais —, inverteu essa hierarquia: Efraim Filho apareceu com 30,9%, mais de dez pontos acima de sua melhor marca anterior, enquanto Cícero Lucena recuou a 19,8%, seu pior número desde maio.
O ADAM trata esse resultado com cautela metodológica — é um único instituto, ainda não replicado — mas não pode ignorá-lo: por ser o levantamento mais recente e ter a maior amostra do ciclo (1.207 entrevistas), ele recebe o maior peso relativo no cálculo do centro eleitoral. É esse componente que eleva a dispersão de Efraim a ±5,8 p.p., a maior das três candidaturas, e que faz o modelo tratar a briga pela segunda colocação como estatisticamente indefinida.
7. Segundo turno — pesquisas públicas
A pesquisa AtlasIntel foi a primeira do ciclo a testar os três possíveis confrontos de 2º turno simultaneamente:
| Confronto | Resultado |
|---|---|
| Lucas Ribeiro x Efraim Filho | 47,5% x 40,4% |
| Lucas Ribeiro x Cícero Lucena | 45,6% x 29,6% |
| Cícero Lucena x Efraim Filho | 39,5% x 36,0% (empate técnico, dentro da margem de erro de 3 p.p.) |
O padrão é revelador: Efraim corta a distância para Lucas em quase 9 pontos a mais do que Cícero consegue (diferença de 7,1 p.p. contra Lucas x Efraim, versus 16,0 p.p. contra Lucas x Cícero). Isso indica que Efraim tem menor "teto de rejeição operante" contra o governador do que Cícero — mesmo tendo praticamente a mesma rejeição bruta (ver seção 9).
8. Monte Carlo — segundo turno
Como há apenas um levantamento público testando cada confronto, o modelo aplica incerteza maior (desvio-padrão de 5 p.p.) sobre a diferença observada:
- Lucas x Cícero: Lucas 98,9% | Cícero 1,1%
- Lucas x Efraim: Lucas 84,3% | Efraim 15,7%
- Cícero x Efraim: Cícero 69,3% | Efraim 30,7%
A diferença entre os dois primeiros cenários é o núcleo do achado desta matéria: contra Cícero, a vitória de Lucas está praticamente garantida no modelo; contra Efraim, o resultado é competitivo, embora Lucas ainda seja claramente favorito.
9. Rejeição como fator crítico
| Candidato | Rejeição (Quaest, ago/26) | Rejeição (Veritá, abr-mai/26) |
|---|---|---|
| Lucas Ribeiro | 22% | 22,8% (total: 19,6%) |
| Cícero Lucena | 46% | 26,9% (total: 23,2%) |
| Efraim Filho | 46% | 34,5% (total: 29,7%) |
As duas pesquisas concordam em um ponto: Lucas Ribeiro tem, disparado, a menor rejeição dos três — efeito típico de quem ocupa o Executivo estadual. Cícero e Efraim empatam na rejeição mais recente (46% cada, Quaest), mas a série Veritá, de meses antes, já mostrava Efraim com rejeição mais alta que Cícero. A leitura do modelo é que a rejeição de Efraim, embora elevada, está mais concentrada em eleitores que já não votariam nele de qualquer forma, enquanto seu potencial de crescimento entre os indecisos se mostrou maior na prática (salto de 13 pontos entre julho e setembro).
10. Efeito incumbência: o "governo Lucas Ribeiro"
Em 2 de abril de 2026, o governador João Azevêdo (PSB) renunciou ao cargo para concorrer a uma vaga no Senado, e o vice-governador Lucas Ribeiro (PP), de 36 anos, assumiu o Palácio da Redenção. Isso significa que Lucas Ribeiro disputa a reeleição já no exercício do cargo — um fator que o modelo pondera separadamente.
Antes da transição, pesquisa PB Agora/ANova (27/03/2026) media a gestão João Azevêdo com 70,4% de aprovação e 24,1% de desaprovação. Já sob a gestão Lucas Ribeiro, a pesquisa Quaest (21-24/08/2026) mediu:
- Aprovação da gestão: 61%
- Desaprovação: 17%
- Não sabe/não respondeu: 22%
- Avaliação positiva: 47% | regular: 29% | negativa: 13%
- 65% dos entrevistados concordam que "João Azevêdo merece eleger um sucessor"
- Divisão sobre o futuro: 39% preferem reforma parcial da gestão atual, 38% preferem continuidade integral
O modelo interpreta a leve queda na aprovação bruta (de 70,4% para uma faixa de aprova/desaprova de 61%/17%, cujos critérios de pergunta diferem entre institutos) como normal em qualquer transição de governo, mas destaca que o índice de desaprovação segue baixo e a rejeição eleitoral de Lucas é a menor da disputa — dois indicadores que caminham juntos e sustentam o favoritismo do titular.
11. Fator redes sociais
| Candidato | Seguidores (Instagram) | Publicações | Ritmo |
|---|---|---|---|
| Lucas Ribeiro | 306 mil | 4.160 posts | ~6 posts/dia; crescimento de +42 mil seguidores (~3.000/dia) desde que assumiu o governo |
| Efraim Filho | 227 mil | 5.687 posts | até 10 posts/dia |
| Cícero Lucena | 217 mil | 4.729 posts | média de 10 posts/dia |
Lucas Ribeiro lidera com folga em seguidores mesmo publicando com menor frequência que os concorrentes — efeito direto da exposição institucional como governador em exercício. Cícero Lucena, apesar do volume de publicações mais alto do grupo, é quem tem o menor número de seguidores entre os três, um dado que reforça o sinal de perda de tração observado também nas pesquisas de intenção de voto.
12. Leitura territorial (dado histórico, a confirmar)
A pesquisa Data Ranking, citada na primeira matéria, havia encontrado em João Pessoa: Cícero 38,4% x Lucas 18,3% — a base de Cícero como prefeito da capital. Lucas Ribeiro, por sua vez, mantinha vantagem no interior (Agreste, Sertão e Campina Grande). Não há, até o momento, pesquisa municipalizada recente que teste se a ascensão de Efraim Filho afeta esse padrão geográfico ou se sua base é predominantemente urbana, no interior, ou ligada ao eleitorado evangélico — o que o modelo sinaliza como lacuna a ser observada na próxima rodada de pesquisas.
13. Riscos por candidato
- Lucas Ribeiro: o principal risco é a consolidação de um único adversário — hoje dividido entre Cícero e Efraim — somada a eventual desgaste de fim de mandato/início de governo. Enquanto o "voto de oposição" seguir fragmentado, o modelo mantém Lucas altamente favorito.
- Cícero Lucena: risco de perder a vaga de 2º turno para Efraim antes mesmo de disputar a eleição contra Lucas — cenário que a pesquisa AtlasIntel já demonstrou ser possível. Sua base em João Pessoa pode não ser suficiente se não crescer no interior.
- Efraim Filho: ainda depende de confirmação — por outros institutos — do salto medido pela AtlasIntel. Se o resultado não se replicar nas próximas pesquisas, seu cenário mais provável volta a ser o de terceira força.
14. Matriz final ADAM
| Indicador | Lucas Ribeiro | Cícero Lucena | Efraim Filho |
|---|---|---|---|
| Centro eleitoral 1º turno | 36,1% | 23,4% | 21,5% |
| Chance de liderar o 1º turno | 84,6% | 8,4% | 6,9% |
| Chance de chegar ao 2º turno | 97,3% | 58,4% | 44,2% |
| Rejeição (Quaest, ago/26) | 22% | 46% | 46% |
| Aprovação/momento | Gestão: 61% aprova | Base em JP, seguidores em queda relativa | Salto de 13 p.p. em 1 pesquisa |
| Seguidores Instagram | 306 mil | 217 mil | 227 mil |
| Vitória no 2º turno (se disputar contra Lucas) | — | 1,1% | 15,7% |
| Probabilidade final de vitória na eleição | 90,1% | 2,5% | 7,4% |
15. Diagnóstico político final
O veredito do modelo é direto: Lucas Ribeiro é o favorito amplo e consolidado da eleição ao governo da Paraíba, sustentado por três pilares que se reforçam mutuamente — vantagem consistente em todas as pesquisas, menor rejeição da disputa por larga margem, e o efeito de incumbência desde abril, com aprovação de gestão acima de 60%.
O dado que justifica esta segunda matéria é outro: a identidade do provável adversário de Lucas no 2º turno deixou de ser óbvia. Até agosto, todo o debate girava em torno de Cícero Lucena como opositor natural, com Efraim Filho no papel de fiel da balança (um "kingmaker", como descreveu a primeira matéria). A pesquisa AtlasIntel de setembro reconfigura esse tabuleiro: Efraim não apenas ultrapassou Cícero na corrida pela segunda vaga, como se mostrou o adversário mais competitivo contra Lucas em um cenário de 2º turno — ainda que continue improvável na condição de vencedor final.
Classificação do modelo: FAVORITISMO CONSOLIDADO DE LUCAS RIBEIRO, COM DISPUTA ABERTA E INVERTIDA PELA SEGUNDA COLOCAÇÃO.
Nota metodológica
Este documento não constitui pesquisa eleitoral registrada, propaganda eleitoral ou previsão determinística de resultado. As probabilidades apresentadas são produto de uma modelagem matemática (simulação de Monte Carlo com 100.000 cenários) que combina pesquisas de intenção de voto publicamente registradas, seus intervalos de confiança, a divergência histórica entre institutos e fatores adicionais (rejeição, aprovação de governo e desempenho em redes sociais). Uma probabilidade de 90,1% significa que o candidato venceu em aproximadamente 90,1% dos cenários simulados — não uma intenção de voto, nem um resultado eleitoral antecipado. O modelo deve ser recalibrado assim que novas pesquisas — especialmente que confirmem ou não o salto de Efraim Filho medido pela AtlasIntel — forem divulgadas. Modelagens eleitorais podem contribuir para o debate público quando deixam claras suas premissas; probabilidade não é resultado, nem pode substituir a vontade livre do eleitor.
Fontes consultadas
- AtlasIntel — pesquisa governador PB, divulgada 03/09/2026 (campo 28/08–02/09/2026, 1.207 entrevistas, registro TSE PB-01118/2026)
- Quaest — pesquisa governador e avaliação de governo PB, divulgada 25/08/2026 (campo 21-24/08/2026, 804 entrevistas, registro TSE PB-07850/2026 e BR-00699/2026)
- SETA/Polêmica Paraíba — ago/2026
- DataTrends — jul-ago/2026
- TDL — jul/2026
- Instituto Índice — jul/2026 (e pesquisa anterior de abr/2026)
- Real Time Big Data — mai/2026
- Veritá — pesquisa governador PB, divulgada 07/05/2026 (campo 26-30/04/2026, 1.220 entrevistas, registro TRE-PB-06159/2026)
- PB Agora/ANova — avaliação de governo, divulgada 27/03/2026
- Data Ranking — pesquisa municipalizada João Pessoa (citada na matéria original)
- Jornal da Paraíba — cobertura da renúncia de João Azevêdo e posse de Lucas Ribeiro (02/04/2026)
- Polêmica Paraíba — levantamento de redes sociais dos candidatos
- Politika — crescimento de seguidores de Lucas Ribeiro após assumir o governo
- Matéria original: "IA projeta virada possível na Paraíba: apoio de Efraim pode colocar Cícero à frente de Lucas no 2º turno" — FATO.news, 24/08/2026
Opinião da Redação
Opinião institucional
Modelagens estatísticas podem qualificar o debate público ao organizar dados dispersos e explicitar incertezas, desde que não sejam apresentadas como sentença antecipada sobre a vontade do eleitor. Numa democracia, o interesse público está em informar com transparência metodológica, reconhecer limites e evitar que números virem instrumento de pressão, desinformação ou desestímulo à participação cidadã.
No caso descrito, o ponto mais sensato é a cautela: há indícios de mudança na disputa pela segunda colocação, mas o próprio conteúdo reconhece que parte relevante dessa inflexão depende de um levantamento ainda não confirmado por outros institutos. Isso recomenda responsabilidade editorial redobrada, para que a análise preserve pluralismo, proporcionalidade e respeito ao eleitor, sem transformar cenário provável em fato consumado.
Também é positivo separar projeção de propaganda e deixar claro que não se trata de pesquisa eleitoral registrada nem de previsão determinística. Em temas eleitorais, a proteção do Estado Democrático de Direito passa justamente por informação precisa, linguagem sóbria e respeito à autonomia das pessoas para formar convicção política livre de manipulação, personalismo ou preconceito.
Fontes consultadas
Referências utilizadas na apuração e disponíveis para conferência.
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